Veja abaixo alguns dos principais mitos que envolvem o mundo do BDSM.
Não. As motivações são as mais diversas possíveis, tais como: servir, ser imobilizada, superação etc.
Não. Existem também um grande de número de rainhas e escravos e também de relações entre dominadores/escravos e dominadoras/escravas.
Não. Apesar de estar cada vez mais comum no SM, com o crescimento da internet, o aparecimento de pseudodominadores que tentam usar o SM para realizar suas fantasias sexuais de estar com mais de uma mulher, mas estes não conseguem ir além de algumas vivências frustradas, pois as pessoas que levam o SM a sério sabem bem o que buscam.
Usualmente a humilhação faz parte do jogo SM e o dominador sente prazer em submeter sua propriedade, sim. No entanto, é preciso ter em mente que isso só é possível se a humilhação não for um limite para o submisso. O que muitas vezes ocorre é que por dominação psicológica o dominador pode conseguir essa superação, mas com muita cautela e cuidado.
Claro que não. A relação BDSM é quase sempre muito mais intensa do que uma relação baunilha. O amor existe e é por demais intenso e esse sentimento até favorece a entrega plena do submisso. O que não existe é a associação de que esse amor tenha que, obrigatoriamente, acabar num casamento.
Não. Cada relação é única, o que é bom para um não é, obrigatoriamente, para o outro. Existem práticas que são desejadas no começo, mas depois de experimentá-las perde-se o interesse; outras proporcionam prazer depois da superação. Fazendo uma analogia ao sexo no mundo baunilha, são várias as maneiras de fazê-lo. Não existe nada que diga que a posição papai-mamãe ou a da colher é a certa.