O fruto do terreno baldio
O fruto do terreno baldio. Já havia algum tempo que eu e meu amigo Luis Claudio transávamos, praticamente, todos os dias. Sempre do mesmo jeito: Primeiro eu chupava o pau dele, até ele não agüentar mais, depois ele me comia, ou seja, ele gozava no meu cú. E ponto final! Não era exatamente o que eu queria, mas era o que eu tinha e, de certo modo, me contentava com aquilo. Eu e meu amante, se é que eu podia chamá-lo assim, transávamos em todo lugar disponível, desde a lixeira do edifício onde ele morava, até a garagem do prédio visinho, até mesmo num terreno baldio nos fundos da padaria do bairro eu dei para ele. E é exatamente com essa transa neste terreno baldio que esse relato começa... Eu e Luis Claudio, estávamos procurando um lugar para darmos a nossa transadinha diária. Já havíamos tentado, sem sucesso, vários lugares que nós já havíamos usado em outras ocasiões. Nesse dia, p...
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